Flávio Bolsonaro, do PL, recebeu a maioria dos votos válidos em Pouso Alegre (MG) no segundo turno da eleição presidencial de 2026. Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, ficou atrás na votação do município.
No resultado nacional, Lula obteve a maioria dos votos e foi reeleito presidente, segundo os dados informados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A disputa nacional foi entre o petista e Flávio Bolsonaro.
A apuração em Pouso Alegre foi encerrada em 25 de outubro de 2026, com 100% das urnas locais totalizadas. Os dados municipais apresentam os votos válidos recebidos por cada candidato.

Os números mostram a diferença entre o resultado da cidade mineira e o desfecho nacional da eleição. A apuração do TSE reúne os percentuais e as quantidades de votos dos dois candidatos no município.
Votação dos candidatos em Pouso Alegre
Na apuração municipal, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, recebeu 36.455 votos, equivalentes a 41,89% dos votos válidos em Pouso Alegre, conforme os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Flávio Bolsonaro, do PL, somou 50.576 votos na cidade, o que correspondeu a 58,11% dos votos válidos. O percentual do candidato ficou acima do registrado por Lula no município.
Os números divulgados pelo TSE se referem exclusivamente à votação para presidente em Pouso Alegre. A diferença entre os percentuais locais mostra que a ordem dos candidatos na cidade não foi a mesma do resultado nacional.
Resultado nacional e reeleição de Lula
Na contagem nacional, Luiz Inácio Lula da Silva obteve a maioria dos votos e foi reeleito presidente, enquanto Flávio Bolsonaro terminou a disputa em segundo lugar. A vitória garantiu a Lula um quarto mandato à frente do país.
A trajetória política de Lula começou no movimento sindical do ABC Paulista, onde liderou greves de metalúrgicos na década de 1970. Ele participou da fundação do PT, em 1980, e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em 1983, antes de ser eleito deputado federal por São Paulo em 1986.
Depois de disputar a Presidência três vezes, Lula venceu a eleição de 2002 e governou de 2003 a 2010; em 2022, derrotou Jair Bolsonaro e iniciou um terceiro mandato em janeiro de 2023. Na campanha de 2026, apresentou propostas como reajuste do Bolsa Família, nova etapa do Desenrola, ampliação do Pé-de-Meia para universitários e medidas para microempreendedores individuais (MEIs), incluindo renegociação de dívidas e auxílio financeiro.


